A Sofia dirige um hotel boutique em Genebra. Quartos impecáveis, vista para o lago, equipa atenciosa. Ainda assim, ela tinha dificuldades em fazer as contas fecharem.

Ao buscar por melhorias no desempenho de ocupação do hotel, ela optou por fazer anúncios! Mas estes consumiam o orçamento como lenha em uma lareira aberta: aqueciam por uns minutos… e depois mais nada. E o pior é que quando parava de investir, as reservas diretas caíam como um elevador sem travões.

Ao fazer um balanço a conclusão foi inevitável. Não houve melhora.

Assim, em um dia cinzento, a Sofia fez um gesto radical: pausou todas as campanhas genéricas por 48 horas para perceber o que realmente estava a acontecer no site. Não queria saber de cliques; queria saber de respostas. Abriu o painel de Análise de tráfego do site e, com uma chávena de café na mão, foi ao fundo das páginas: Viu que as pessoas aterram, olham para fotos bonitas, percorrem meia dúzia de promessas e… saem. Havia banners. Havia adjetivos. Faltava algo.

Colocando novas placas

O que faltava não eram anúncios. Nem eram fotos bonitas. Assim, buscando soluções, ela encontrou a abordagem da “K Agence Web”. Entendeu ser uma boa estratégia abordar a situação com ‘Conteúdos’. E não apenas conteúdos, mas ‘Conteúdos Estratégicos’.

Em vez de “Melhor hotel de Genebra, Reserve já”, a Sofia decidiu testar um caminho até então desconfortável: servir informação útil. Por 90 dias. Sem pirotecnia. Sem adjetivos vazios.

Fizemos um inventário de dúvidas reais (as que cansam a receção e fazem o cliente abandonar o carrinho). Saíram 20 perguntas como estas:

A Sofia percebeu que cada pergunta é uma porta de entrada. E portas de entrada precisam de placas claras.

Uma mudança feita com três peças.

Peça 1 — “Genebra a pé: 48 horas sem pressa”
Um Guia simples, com mapas e micro-roteiros. Onde jantar tarde. Para onde fugir quando chove. Como ver o lago em horas douradas. Fotografias reais, não de banco de imagens. No fim de cada secção, nada de “Reserve já”. Em vez disso: “Ver quartos com pequeno-almoço tardio”.

Peça 2 — “Late check-out, explicado como gente”
Horários. Custos. Como pedir. Cenários típicos (voo cedo, conferência que termina às 19h). Uma pequena tabela que evita e-mails de vai-e-vem. E uma resposta franca: quando é gratuito, quando não é, e porquê. Fechamos com a chamada: “Confirmar disponibilidade para o seu horário”.

Peça 3 — “Hotel vs. Airbnb junto ao Lago Léman”
Nada de demonizar o concorrente. Critérios claros: limpeza, segurança, política de cancelamento, recepção 24h, transporte, pet-friendly. Conclusão honesta: “Se precisa de X e Y, o Airbnb faz mais sentido; se valoriza A e B, o hotel entrega melhor.” E no final: “Ver quartos com A e B”.

Essas três peças não eram nada épicas. Mas úteis. Publicámos, estruturamos as páginas com critérios de busca, com sub-perguntas, colocámos FAQ com dados reais e, sobretudo, escrevemos como se fosse um e-mail para um amigo a vir passar o fim de semana.

Como aconteceu a mudança – e porque isso é importante!

Nos 90 dias seguintes, as pessoas chegavam por perguntas: “late check-out genebra hotel”, “hotel pet-friendly centro”, “o que fazer em genebra chuva”.

Sofia viu a taxa de rejeição cair. Viu o tempo na página subir. E aquele botão com cara de vendedor — “Reserve já” — deixou de ser o protagonista. As ‘chamadas’ contextuais (aqueles que passaram a aparecer depois de responder) ganharam vida.

Mudou-se o conteúdo focando em uma boa educação digital: primeiro responde, depois convida.

Aqui na “K Agence Web” sabemos que situações como essa não são exclusivas da Sofia e nem apenas de hoteis. Há muitos gestores com uma Sofia dentro de si a tentar atrair e conversar com seu público.

Quando o resultado comprova a estratégia!

Uma noite, a recepção recebeu um casal com um cão pequeno. Tinham lido o artigo “Pet-friendly, como funciona”. Chegaram sem dúvidas, com expectativa certa e sorriso pronto. “Trouxemos a manta do Balu, como recomendam.” A equipa não perdeu tempo a explicar regras. O casal não perdeu a paciência em ter que adivinhar limites. A informação certa, antes da reserva, fez a estada começar mais cedo. A Sofia viu ali, num episódio banal, a prova da tese: responder é vender com respeito.

A Sofia não “ganhou a guerra do marketing”. Ela aprendeu a falar com quem interessa. Percebeu que clientes não são audiências passivas; são pessoas ocupadas e cheias de perguntas. Quando uma empresa entende isso, passa a falar com seu público. Ela responde bem a eles. E quando responde, converte.

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Sem pressão. Só clareza.

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